Aquela dor no calcanhar ao pisar de manhã
A primeira pisada do dia é a pior, melhora enquanto você anda e volta quando você para. Se é assim, você já sabe do que estou falando. Cuidado complementar em Sorocaba, na Vila Hortência.
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Como ela costuma se apresentar
O relato se repete com uma constância que impressiona: a pessoa põe o pé no chão de manhã e a dor no calcanhar é aguda, quase uma fisgada. Nos primeiros passos vai cedendo. No meio da tarde quase não aparece. E aí basta ficar sentada um tempo para tudo recomeçar quando levanta.
Quem convive com isso já ouviu falar em fascite plantar. Vale dizer com todas as letras: fascite plantar é um diagnóstico, e quem diagnostica é um profissional de saúde. Eu não faço isso e não é o que eu ofereço aqui.
O que eu faço, e o que eu não faço
O que eu ofereço é cuidado complementar para a região: trabalho manual na planta do pé, no arco e no calcanhar, com foco em soltar a tensão da musculatura ao redor e em melhorar a sensação de apoio.
Não trato a fascite, não curo a fascite e não substituo a orientação de quem está acompanhando você. Boa parte das pessoas que atendo aqui já está em tratamento e vem em paralelo, para lidar com o desconforto do dia a dia. É esse o lugar deste trabalho.
O que acontece na sessão
Começamos pela conversa: há quanto tempo, em que momento aperta, o que já foi investigado, o que você já faz por orientação de outro profissional. Eu preciso saber disso para não atravessar o trabalho de ninguém.
Depois vem o escalda-pés, que prepara a região, e o trabalho manual, com pressão sustentada e ajustada à sua sensibilidade. Na fase mais sensível eu trabalho com pressão bem menor e passo mais tempo no entorno do que no ponto de dor.
A sessão dura cerca de uma hora. Você fica vestida, deitada e coberta.
Quantas sessões costumam ser necessárias
Aqui eu sou ainda mais cautelosa com números, porque essa dor tem tempo próprio e ele é longo. O que eu combino normalmente é um ciclo de seis sessões, uma por semana, e uma conversa honesta na quarta sobre o que está mudando e o que não está.
Se nada estiver mudando, eu digo. Não faz sentido você seguir vindo por educação.
Quando procurar um médico antes
Se a dor apareceu de forma súbita e intensa, se houve trauma, se existe inchaço que não baixa, vermelhidão com calor, febre, dormência ou perda de força no pé, procure atendimento antes de qualquer terapia complementar. Eu vou te dizer o mesmo se isso aparecer na nossa conversa.
O que costumam me perguntar
Você trata fascite plantar?
Não. Fascite plantar é um diagnóstico médico e o tratamento é conduzido por um profissional de saúde. O que eu ofereço é cuidado complementar para o desconforto da região, em paralelo ao que você já estiver fazendo.
Posso fazer se estou em tratamento com outro profissional?
Sim, e é a situação mais comum aqui. Me conte o que está sendo feito e, se você quiser, converso com quem te acompanha. Eu prefiro somar a atravessar.
Dói durante a sessão?
Na fase mais sensível eu trabalho com pressão bem leve e passo mais tempo no entorno do calcanhar do que sobre ele. O combinado é você avisar na hora, sempre. Sessão que machuca não ajuda.
Faz diferença já na primeira vez?
A maioria sai com a sensação de pé mais leve e de pisada mais confortável. Esse alívio dura pouco no começo. O que costuma mudar com a continuidade é a intensidade da primeira pisada da manhã.
Onde fica e quais os horários?
Rua Marquês de Monte Alegre, 64, Vila Hortência, Sorocaba. De segunda a sexta das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 13h.
