Dor nos pés que não passa
Se os seus pés doem no fim do dia, ardem à noite ou já não aguentam o expediente inteiro, existe um cuidado que trabalha a tensão acumulada neles. Em Sorocaba, na Vila Hortência.
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Quando a dor nos pés vira rotina
Quase todo mundo que chega aqui com dor nos pés conta a mesma coisa: começou discreta, num dia mais puxado, e foi virando parte do dia. Hoje a pessoa já se planeja em torno dela. Escolhe o sapato pensando nisso. Adia o passeio de domingo.
O pé sustenta o seu peso o dia inteiro e quase nunca recebe atenção. Quando ele reclama, costuma ser depois de muito tempo pedindo em voz baixa.
O que acontece na sessão
A gente começa conversando. Onde dói, desde quando, em que momento do dia aperta, o que você já tentou. Esse relato é o que direciona o meu trabalho, mais do que qualquer protocolo pronto.
Depois vem o escalda-pés, que amolece a região e torna o toque mais confortável. Em seguida eu trabalho manualmente a planta, as laterais, o arco e o calcanhar, com pressão firme e sustentada, ajustando conforme a sua resposta.
Você fica vestida, deitada e coberta, com apenas os pés descobertos. A sessão dura cerca de uma hora. Muita gente adormece no meio, e isso é bem-vindo.
Quantas sessões costumam ser necessárias
Não existe número fechado, e desconfie de quem der um. O que eu observo na prática: quando a dor é recente e ligada a uma fase específica, como uma mudança de calçado ou uma semana de pé demais, costuma render em três a quatro sessões semanais.
Quando é uma dor antiga, de anos, eu prefiro combinar um ciclo de seis a oito sessões e reavaliar com você no meio do caminho. Depois disso, quem quer manter costuma vir a cada duas ou três semanas.
Eu prefiro dizer isso na primeira conversa a te deixar com expectativa errada.
Quando o caminho é outro
Eu sou terapeuta integrativa, não sou médica, e este cuidado é complementar. Ele não substitui investigação nem tratamento.
Se a sua dor apareceu de repente e forte, se veio depois de uma queda ou torção, se tem inchaço que não baixa, vermelhidão com calor, formigamento persistente ou dormência, o primeiro passo é um profissional de saúde. Me chame depois, se fizer sentido: eu prefiro somar a um diagnóstico do que trabalhar às cegas.
O que costumam me perguntar
A sessão dói?
A pressão é firme, mas confortável, e eu ajusto o toque o tempo todo conforme a sua reação. Em pontos mais reativos você sente uma sensibilidade localizada que passa assim que eu solto. Nada que você precise suportar calada: é para avisar na hora.
Serve para qualquer tipo de dor no pé?
Não. O que eu trabalho é a tensão acumulada e o cansaço da musculatura e dos tecidos do pé. Dor que vem de fratura, de lesão recente ou de um quadro que precisa de diagnóstico pede outro profissional primeiro. Na conversa inicial eu digo com franqueza se for o caso.
Em quanto tempo eu sinto diferença?
A sensação de alívio e leveza costuma aparecer já na primeira sessão, mas ela é curta no começo. O que muda de verdade com a continuidade é o intervalo entre as crises, que vai esticando.
Posso ir no fim do expediente?
Pode, e é quando a maioria vem. Atendo de segunda a sexta das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 13h, na Vila Hortência.
Preciso levar alguma coisa?
Só o pé limpo e uma roupa confortável. O resto é comigo.
