Como se preparar para a sua sessão de reflexologia
Preparação para reflexologia é coisa de cinco minutos, e boa parte do que as pessoas se preocupam não importa. Ainda assim, algumas escolhas mudam bastante o quanto você aproveita a hora.
O que vestir?
Roupa confortável, e é só isso. Você não tira a roupa na sessão de reflexologia. Fica vestida, deitada e coberta, com apenas os pés descobertos.
A única recomendação prática é evitar calça muito justa na batata da perna, porque eu preciso subir a barra um pouco acima do tornozelo. Calça de moletom, legging folgada ou vestido resolvem melhor que jeans apertado.
Preciso lavar o pé antes?
Não precisa. A sessão começa com escalda-pés, imersão em água morna, e isso já cuida da parte prática.
Se você vem direto do trabalho e se sente mais confortável dando uma enxaguada, o banheiro está aqui e é só pedir. É questão de você se sentir bem, não de exigência minha.
E não precisa tirar o esmalte. Eu trabalho na planta, nas laterais e no dorso do pé, não nas unhas.
Posso comer antes?
Pode, só não chegue de estômago muito cheio. Uma hora deitada logo depois de um almoço grande é desconfortável por motivos que não têm nada a ver com reflexologia.
Chegar com fome também não ajuda: é difícil relaxar ouvindo o próprio estômago. Uma refeição leve uma ou duas horas antes é o ponto ideal.
Beba água normalmente, antes e depois. Não é para “eliminar toxinas”, que é uma ideia sem base: é só porque corpo hidratado se sente melhor.
Qual é o melhor horário para marcar?
Depende do que você quer da sessão, e vale pensar dois minutos nisso.
- Fim do dia é o horário mais procurado, e faz sentido: o pé já está cansado, e sair lenta para casa é ótimo. É também quando eu tenho menos horários livres.
- Começo da manhã funciona bem para quem quer atravessar o dia em outro ritmo.
- Sábado de manhã é o preferido de quem não quer ter nada marcado depois.
O que eu peço em qualquer horário: não marque compromisso colado no fim. Muita gente sai daqui bem devagar, e ter que correr para outro lugar desmonta metade do efeito.
O que eu preciso te contar antes?
Essa é a parte que realmente importa, mais que roupa e horário.
Me conte na primeira mensagem, antes mesmo de marcar, se houver:
- ferida aberta, micose ou unha encravada nos pés;
- trombose ou histórico recente dela;
- gestação, e de quantas semanas;
- febre ou infecção ativa;
- cirurgia recente nos membros inferiores;
- diabetes, neuropatia ou perda de sensibilidade nos pés;
- tratamento em andamento com outro profissional.
Quase nada disso impede a sessão. Muda o que eu faço, e em alguns casos a resposta certa é que não é hora. Prefiro te dizer isso por mensagem a te ver chegar aqui à toa.
E o que eu devo levar?
Nada. Lençol, toalha, água morna e o resto é comigo.
Se você usa uma meia específica por causa de alguma orientação, traga. Se tem um exame recente dos pés e acha relevante, pode mostrar, mas não é necessário: eu não interpreto exame, não é o meu papel.
Preciso chegar com alguma expectativa?
Chegue sem nenhuma, se conseguir. É o melhor conselho que eu tenho.
Quem chega esperando um resultado específico costuma passar a hora inteira se monitorando: “está funcionando? estou sentindo alguma coisa?”. Isso atrapalha justamente o que a sessão faz de melhor, que é você parar de administrar a si mesma por uma hora.
A primeira vez é para conhecer. Se você quiser saber o que acontece no detalhe, contei em como é a primeira sessão, e o que costuma acontecer depois está em as 24 horas depois da sessão.
Posso desmarcar se aparecer alguma coisa?
Pode, e me avise assim que souber. Trabalho sozinha, com agenda espaçada de propósito, e um horário avisado com antecedência é um horário que outra pessoa consegue usar.
Se você acordou com febre, se está começando uma virose ou se apareceu uma lesão no pé, não venha. A gente remarca sem drama.